Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

À JANELA

 

À JANELA (ECRÃ)

 

 

Dos teus olhos provem um brilho intenso

Mas é em teus lábios que se incendeia

Esse sol tão suave como imenso,

Mesclado assim de tão sublimes modos

Mas que em breves segundos incendeia

Os corações tristes dos homens todos.

 

Em cada entardecer eu te espero

Nesta minha solidão que me mata

Na triste espera em que desespero,

Enquanto não despontas à janela

Prendo-me nesta angústia que maltrata

Até que, enfim, te vejo assomar nela!!

 

João Chamiço

2011-08-03

publicado por João Chamiço às 21:04
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